A Comissão Europeia está a testar o Element Pro como alternativa de emergência ao Microsoft Teams. No entanto, como o inferno está cheio de boas intenções, a ferramenta já motivou críticas dos funcionários da comissão. O objetivo seria manter as comunicações
Porque quer Bruxelas uma alternativa ao Microsoft Teams?
A resposta está no controlo das comunicações. De acordo com a reportagem, a Comissão aloja o sistema na sua própria infraestrutura, reduzindo a dependência da cloud da Microsoft para este canal de contacto.
Esta possibilidade faz parte da oferta da Element. Na documentação oficial, a empresa explica que as organizações podem instalar o serviço nos seus servidores ou numa cloud privada. Disponibiliza também soluções para ambientes isolados da Internet, embora isso não demonstre que a Comissão esteja a utilizar essa configuração.

A plataforma assenta no Matrix, um padrão aberto e descentralizado que permite a comunicação entre sistemas compatíveis. Assim, a proposta procura dar às organizações maior liberdade para escolher onde alojam o serviço e como o ligam a outras entidades.
disponíveis caso o serviço da Microsoft ficasse inacessível. Pelo menos, para já, o Teams continua a ser a plataforma principal.
Element Pro divide opiniões dentro da Comissão Europeia
Segundo relatos vindos de dentro da própria comissão, três funcionários questionaram a utilidade ou o funcionamento da aplicação. Um deles escreveu num fórum interno que não percebia o valor acrescentado da solução, enquanto outro manifestou uma opinião particularmente negativa.
Do lado da empresa, Matthew Hodgson, CEO da Element, explicou que a implementação ainda está em fase de testes. Ainda assim, o responsável admitiu dificuldades iniciais e lembrou que mudar de aplicação também exige adaptação dos utilizadores.
Além do alojamento, o Element Pro inclui funções desenhadas para o trabalho. A saber, gestão de salas por grupos e permissões e a configuração das aplicações através de ferramentas de gestão de dispositivos.
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