Google Pixel 11 Pro review: não o deixes escapar!

Três anos de uso de smartphones Pixel permitem-me dizer com confiança, esta é a mais cativante geração, agora liderada pelo Google Pixel 11 Pro. É à luz desta candeia que alinho as presentes reflexões sobre a mais recente iteração destes embaixadores do Android.

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Há identidade no visual com o design já bem identificável dos Google Pixel. Há qualidade na construção, do toque frio do metal, à sobriedade do vidro e espaço ainda para personalidade e personalização com um vasto leque de cores ricas à nossa escolha.

Ponto de situação: o crescendo da linha Google Pixel

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon
Vários elementos da mais recente geração Pixel.

Temos, cada vez mais, uma maravilhosa câmara fotográfica com imenso potencial para qualquer fotógrafo amador, casual e, quiçá, entusiasta que procure a mais conveniente solução e formato – necessariamente o telemóvel. Tudo isto temos nos Pixel 11 Pro.

Há, porém, muito mais que cumpre ser dito, principiando pelo software, ecossistema e experiência de utilização deste smartphone concebido pela mesma empresa que idealiza, desenvolve e distribui o sistema operativo Android (à data na versão Android 17).

A gama Pixel é, como um todo, a maior montra da plataforma Gemini da Google que traz a IA para o mundo real ao colocá-la ao nosso serviço nestes dispositivos, do smartphone ao smartwatch (vejam-se os Pixel Watch 5), mas atentemos neste novo Pixel 11 Pro.

O leque de configurações (armazenamento / RAM / preço) é o seguinte:

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Configuração RAM Preço recomendado
256 GB 12 GB 1.219 €
512 GB 16 GB  1.359 €
1 TB 16 GB  1.619 €

Design estabelecido, maduro e confiante nos smartphones Google Pixel 11 Pro

Há harmonia nas proporções do Google Pixel 11 Pro. Arestas arredondadas onde sobressai o brilho do metal, são cantos refinados que encontram semelhante na ilha das câmaras fotográficas. É, assim, um eco do mesmo design, do geral ao pormenor, do todo ao específico, da vista geral, até ao olhar atento ao formato da “plataforma” das câmaras.

O seu aspeto é imediatamente agradável seja visto de frente, lateral, ou traseira. Todo e qualquer elemento da sua estrutura e aspeto está bem trabalhado, desde as grelhas dos altifalantes na parte inferior, aos botões (On&Off e Seletor de Volume) na lateral direita, aos orifícios e tabuleiro para cartões SIM na aresta superior, com a lateral esquerda despida de elementos. Pragmático e simultaneamente sofisticado, muito me agradou.

A par de tal esmero no delinear dos seus traços, a Google pintou o Pixel 11 Pro em tons acolhedores e cativantes. Há um total de 4 esquemas de cor para estes telefones.

Google Pixel 11 Pro
A gama Pixel 11 Pro nos esquemas de cor Obsidiana, Azeitona, Neblina e Rosa Canyon (esquerda para direita)

Temos desde o cor-de-rosa com a estrutura em dourado, ambos com saturação leve a coroar o Rosa Canyon, o verde-seco que mantém a estrutura com uma pitada de dourado, mas menos vinculativo e quiçá ainda mais atraente no seu Azeitona, seguindo-se o neblina com estrutura em prateado e traseira do mais leve azul-claro ou verde-menta, consoante a incidência da luz. Há, por fim, o intemporal preto (Obsidiana) com acabamento matte.

Em suma, o aspeto geral é o mesmo de ambas as gerações prévias. Há, naturalmente, mudanças subtis e novos esquemas de cor, mas são notoriamente “da mesma família” e isso só vem reforçar a perceção da marca em público, abonando o seu reconhecimento.

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon

A unidade de teste brinda-nos num tom de salmão / rosa-claro que, junto do brilho dourado da estrutura, entrega-nos um conjunto deveras cativante. Ainda que não venha a ser a opção mais popular, em abono das opções mais seguras, merece um louvor.

Por fim, a Google afirma ter reforçado a durabilidade e resistência desta gama, com os modelos Pro a terem um ecrã especialmente resistente a riscos. Em simultâneo, temos também a certificação IP68 que continua a marcar presença.

Pixelsnap Case: proteção e luxo que se estende à capa

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon
Aspeto do interior da capa Pixelsnap Case

Naturalmente, temos capas a espelhar cada um destes tons de cor. Por exemplo, no nosso caso a Google teve a amabilidade de nos fornecer a Google Pixelsnap Case neste mesmo tom rosa Coral. É perfeita para este telefone, desde o interior em suave veludo, ao exterior (também suave) mas com mais tração no material similar ao silicone que a reveste. 

Sobre esta cumpre também dizer que possui o logótipo da Google em brilhante, com o rose gold a brilhar não só aí, mas também nos botões laterais. São, de facto, capas e acessórios mais caros, mas “a César o que é de César” e, podendo, valem a pena o investimento para assim também completarem o ecossistema de produtos Google, cada vez mais cativante.

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon

Muitas mais poderão encontrar na loja oficial, com capas transparentes ou (bem) coloridas, além dos carregadores Pixelsnap que prometem enriquecer o ecossistema Pixel.

HiLight é o toque de luz que pode (e deve) ir mais além

Há, entre as ligeiras alterações ao design que mencionei acima, uma bem notória na sua traseira, bem ao lado das câmaras, demarcada pelo círculo branco (repleto de potencial). A premissa era a atualização do tradicional LED de notificações, mas…pouco há a dizer.

É, à boa forma da Google, uma novidade cheia de potencial que neste momento se resume a isso mesmo. Ainda que funcione, a aplicação prática deste novo círculo de LED’s RGB só ganha vida em situações muito específicas, por exemplo, quando pousamos o smartphone com o ecrã voltado para baixo e um dos nossos contactos favoritos nos liga.

As opções de configuração e cenários suportados estão elencados na página oficial, sendo este alerta visual especificamente concebido para – apenas – nos alertar em casos concretos previamente definidos pelo utilizador. Nesse ponto, admitamos, cumpre bem.

Gemini como parte integrante do Google Pixel 11 Pro

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon

A Inteligência Artificial, da qual o Gemini é uma das mais populares expressões, já integra cada menu e aplicação nativa, cada canto deste smartphone. A própria Google o admitiu, esta geração – Pixel 11 – foi concebida da raíz para tirar partido da sua plataforma de IA.

Isto nota-se de forma cada vez mais natural, por oposição às intromissões ostensivas e irritantes em gerações prévias que nos forçavam a prestar atenção ao produto (a introdução da IA), em vez de nos dar um resultado efetivamente mais atraente e refinado. 

É, pois, aqui que a geração Pixel 11 Pro também brilha, na subtil mas omnipresente presença da Gemini Intelligence. Muito mais que um chatbot, temos ajudas mais ou menos discretas nos cenários em que o utilizador o requeira, dependendo da nossa configuração.

A utilização do Google Pixel 11 Pro tornou-se mais produtiva, fluída e até mais agradável com esta integração profunda da IA. Por exemplo, ao utilizar o Maps, a Câmara, o Gmail, a Pesquisa Google, a navegação entre menus e pesquisa de funcionalidades do telefone.

IA que eleva a experiência de utilização nos Pixel

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon

A sensação é a de termos, cada vez mais, um todo que nos ajuda e eleva a experiência de utilização, em vez de termos uma app dedicada só à IA, qual outdoor que nos ofuscava com as suas luzes. Há uma capilaridade do Gemini Intelligence que acabei por apreciar.

É, em suma, a naturalidade com que a IA se apresenta no telefone, sabendo quando deve permanecer discreta e quando é altura de nos dar uma dica de produtividade. Há uma velha máxima, aliás, a elegância da simplicidade e sofisticação de saber o que é essencial.

Senti isso na app Health, o bastião do Pixel Watch 5, bem como a crescente preocupação com a privacidade do utilizador. Se algo, quase me cansei de ver menus de controlo e prompts a informar-me sobre a utilização dos dados que, segundo a Google, continuam sob o meu controlo, algo importante num telefone em que a IA é cada vez mais contextual.

Tensor G6: uso real, (muito) além dos Benchmarks

O Google Pixel 11 Pro conta com o processador Tensor G6 com 7 núcleos e litografia de 3nm. Sucintamente, entrega uma experiência fluída em toda a linha, com rapidez na abertura de aplicações e consistência de potência em cenários exigentes como jogos.

A experiência de utilização quotidiana é melhor que no antecessor (10 Pro com o Tensor G5), podendo a maior capacidade de armazenamento também ter ajudado neste particular. Em todo o caso, senti o novo 11 Pro mais ágil, mais expedito, mais gratificante no uso.

Tendo “puxado” pelas suas capacidades em alguns jogos e consistência ao circular por várias aplicações abertas, além do multi-tasking com várias apps como o YouTube sobreposto a outras e menus do telefone. É, em toda a linha, uma experiência premium.

Fluidez consistente eleva o Android 17

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon

Ao longo deste mês de utilização não senti que o telefone aquecesse em demasia, mesmo em cenários de jogo e carregamento com fios. Também aqui notei melhorias, inspirando-me mais confiança, não só para uso presente, mas também na sua durabilidade futura.

Mais ainda, é este Tensor G6 que serve de plataforma a toda a IA presente nos Google Pixel 11 Pro e respetivas capacidades como o Zoom até 120x, Visão Noturna, Captura Mágica e vários outros “truques” deste canivete suíço que é a sua câmara fotográfica.

Em suma, pode ser dito que a Google tem vindo a dar prioridade à estabilidade e consistência no “motor” destes telefones, ao invés de tentar espremer o máximo de desempenho para pintar um quadro chorudo e bonito nos benchmarks. 

Por fim, a nossa concepção de experiência premium, assenta em valores como a consistência, estabilidade e confiança que superam a frieza dos números. Aliás, raramente faremos um sprint com estes telefones, mas frequentemente faremos “maratonas”.

A câmara fotográfica é a maior razão para escolher os Google Pixel 11 Pro

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon

A linha Pixel destacou-se, desde o seu lançamento em 2016, pela fotografia computacional e respetivas capacidades da câmara fotográfica. Volvida, pois, uma década, nunca os Pixel estiveram tão apetitosos como agora, seja para o fotógrafo casual, seja para o entusiasta.

A utilização diária do Google Pixel 11 Pro entrega-nos exatamente isto. Resultados consistentes e bons com muito detalhe, boa gestão do intervalo dinâmico (a diferença e qualidade das áreas claras e das áreas escuras), cor consistente e baixo ruído digital.

O melhor de tudo? Raramente temos que intervir diretamente na captação da imagem, a não ser que queiram explorar o modo Manual. Aí descobrimos a verdadeira extensão da maquinaria subjacente a um dos maiores trunfos deste smartphone topo de gama.

A propósito, o módulo traseiro está equipado da seguinte forma no Pixel 11 Pro: 

Sensor Especificação
Principal 50 MP, f/1.7, 24 mm
Ultra grande-angular 48 MP, f/1.7, 12 mm 
Teleobjetiva 5x 48 MP, f/2.4, 105 mm 
Frontal 12 MP, f/2.2, vídeo 4K a 60 fps
Vídeo até 8K a 24/30 fps ou 4K a 24/30/60 fps

 

Em suma, temos uma simplicidade de utilização que sempre agradará ao utilizador, uma segurança que, graças à harmonia entre o hardware e o software conseguiremos captar os momentos que valem a pena ser guardados. É um telefone incrível para fotografia.

Há, efetivamente muita (e cada vez mais) magia dos algoritmos de aperfeiçoamento da imagem, a IA ao nosso serviço para entregar imagens dignas de impressão. Seja na consistência entre sensores e objetivas, seja no equilíbrio tonal final das imagens.

Zoom de 120x: números que impressionam, resultados que convencem

O rol de novidades inclui o Super Zoom de 120x, um belo chavão (à primeira vista), tornado realidade graças à exímia capacidade de processamento digital da imagem a que a Google já nos habituou. Ou seja, conseguimos um nível absurdamente elevado de ampliação – estritamente digital além das 5x – mas ainda assim utilizável.

O cenário tipo para experimentar esta função é o nosso satélite natural, a Lua. Ao apontarmos o telefone para o selene astro conseguimos captar muita mais informação do que inicialmente julgaria possível. Certo é que muito disto é processamento de imagem graças à IA, mas objetivamente temos resultados que convencem, na palma da mão.

Por fim, importa frisar que usar o modo Super Zoom a 120x não é algo que se faça todos os dias, ou sem estarmos dedicados a tal. Qualquer movimento de mão afetará o enquadramento, pelo que simplesmente colocarmos o que queremos em foco é, em si, uma tarefa complicada apesar de todos os auxiliares de estabilização existentes.

Em suma, serve este modo como exemplo do que o Google Pixel 11 Pro consegue produzir em termos de fotografia nas mais extremas condições, uma demonstração. Portanto, todos os demais cenários normais e imagináveis, são bem mais fáceis de dominar e gratificantes.

Captação de vídeo até 8K a 30fps

A captação de vídeo também foi melhorada na nova geração de telemóveis Google. Agora, com efeito, podemos gravar vídeo numa resolução máxima de 8K até 30 fps, isto com a câmara principal. Já a câmara frontal pode gravar vídeo até 4K a 60 fps.

Em particular, no dia a dia senti uma melhoria notória na estabilização da imagem ao gravar vídeo (independentemente da resolução). É algo que vão gostar de experimentar, pois graças aos algoritmos de IA e melhorias nos sensores, o sistema de estabilização vem tornar ainda melhor este aspeto importante na fruição dos smartphones Google Pixel.

Em síntese, para quem quiser explorar ao máximo as suas capacidades de gravação recomendaria a resolução 4K a 24 fps para resultados cinematográficos e com resolução mais que suficiente. É, em suma, um imponente ferramenta de captação de conteúdo.

Por fim, cumpre salientar que a câmara frontal de 42 MP, a mesma que conhecemos no Pixel 10 Pro, continua a entregar resultados consistentes. As selfies são muito agradáveis, com detalhe, bom intervalo dinâmico e resolução mais que suficiente para as redes.

Autonomia muito satisfatória num smartphone compacto

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon

O Google Pixel 11 Pro pode ser caraterizado como um telefone relativamente compacto, ou pelo menos, certamente mais compacto que a sua versão XL, ou qualquer Ultra do mercado. Ainda assim, a sua autonomia não é sacrificada neste seu prático formato.

A capacidade de bateria é de 4 850 mAh com carregamento por cabo até 30 W ou até 25 W em carregamento sem-fios (wireless) como o sistema Pixelsnap. É uma boa capacidade de bateria, ainda que os valores de carregamento sejam algo modestos ou até parcos.

Em todo o caso, conseguimos ter até 55% de carga em cerca de 30 minutos, por cabo USB-C, além de termos carregamento reverso, por exemplo. Em suma, não é o mais rápido a recarregar, mas a autonomia vai agora confortavelmente além de um dia de bom uso.

Em cenário de utilização normal, com algum streaming, redes sociais, chamadas, navegação GPS e um pouco de jogo, é autonomia para um bom dia. Já com um uso mais moderado, facilmente conseguirão utilizar este telefone por dois dias sem grande esforço.

Pessoalmente prefiro ativar o modo de Bateria adaptável quanto à forma de carga, com a otimização do carregamento, neste caso, a limitação a um máximo de 80% para ajudar a prolongar a vida útil da bateria, também porque tenho sempre um carregador por perto, geralmente wireless, seja no escritório, seja em casa, preferindo assim este método.

Isto posto, notei melhorias palpáveis na autonomia de bateria do Pixel 11 Pro face ao Pixel 10 Pro, dando-me confiança para, necessitando, carregar até 100% a bateria e usar o telefone durante todo o dia quando em viagem, seja de férias ou em trabalho. 

Em suma, para quem prefere telemóveis mais compactos, fáceis de usar com uma mão, mas tem a autonomia como um fator sine qua non, ou seja, de alta prioridade, posso ainda assim aconselhar este Google Pixel 11 Pro. Não vos deixará sem energia a meio do dia.

Não obstante, há margem para melhoria na velocidade e potência de carregamento, ainda que tal possa causar mais stress na bateria. Uma solução é a utilização de carregadores oficiais da Google com o de 45W a carregar cerca de 75% em 30 minutos por cabo. Já o carregador sem-fios oficial, Pixelsnap, entrega até 55% nos mesmos 30 minutos.

Conclusão: digno de (toda) a tua atenção

Google Pixel 11 Pro Rosa Canyon

Findo exatamente um mês de utilização do Google Pixel 11 Pro – neste magnífico rosa – fiquei convencido de que temos melhorias em todos os aspetos cruciais. Seja o ecrã, mais vibrante e quiçá com mais brilho, à câmara fotográfica uma pitada ainda melhor.

Em simultâneo, é este um telefone compacto com boa autonomia de bateria, dono de uma elegância inegável e estilo muito próprio. O Pixel 11 Pro não se limita a seguir a Samsung, ou tentar morder os calcanhares à Apple, não, este Pixel trilha o seu próprio caminho.

Assim se constrói um legado e identidades próprias. É um dos raros casos em que a mesma empresa controla o software e o hardware (encontrando paralelo apenas na gigante de Cupertino), e gradualmente isto eleva os Pixel acima da demais concorrência Android.

Digo-o com confiança, não deixes passar este smartphone de gama alta, um cativante flagship, em vão. Pega nele, sente desde logo a sua qualidade de construção e dá um voto de confiança a este ambiente Android no seu estado puro, envolvente e gratificante.

Terás na tua posse um dos melhores sistemas de câmaras fotográficas da atualidade, versátil e em constante melhoria com a IA e onde o Gemini cada vez mais se mostra um companheiro útil, com maior ou menor presença consoante as tuas preferências.

Entretanto, enquanto os algoritmos aperfeiçoam o produto, espero que também funções como o HiLight possam atingir a sua maturação, pois neste telemóvel não faltam bons motivos para o levarmos no bolso a cada novo dia. Disso já não tenho dúvidas.

Por fim, agradecemos à Google o envio desta unidade para teste.

Fica ainda mais conectado:

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Rui Bacelar
Rui Bacelar
Rui Bacelar é um especialista em tecnologia que se destacou pela sua contribuição em plataformas como 4gnews, Pplware, DroidReader e iFeed, produzindo conteúdos sobre smartphones, sistemas operativos e gadgets. É reconhecido pelo seu estilo meticuloso e presença em mais de 300 podcasts e vídeos, consolidando-se como uma referência no jornalismo tecnológico em português