A segunda temporada de Daredevil: Born Again chegou ao Disney+ a 24 de março de 2026 e rapidamente se tornou um dos maiores fenómenos televisivos do universo Marvel. Com sete episódios já exibidos e apenas um a faltar para o grand finale, a série confirma que o Homem-Sem-Medo está mais imparável do que nunca.
De facto, a temporada retoma a luta de Matt Murdock (Charlie Cox) contra Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), agora eleito presidente da câmara de Nova Iorque e com poder quase absoluto sobre a cidade. Fisk criou a chamada Anti-Vigilante Task Force (AVTF), uma força de segurança ao seu serviço, transformando os heróis mascarados em fugitivos da lei.
Murdock é obrigado a operar nas sombras, em conjunto com Karen Page, que trabalha como informadora infiltrada no círculo de Fisk, e com a jornalista BB Urich, que conduz uma campanha de desinformação contra o presidente da câmara a partir do interior do seu próprio gabinete.
Uma temporada de Daredevil bem acima das expectativas
Ao longo dos sete episódios, a narrativa escalou de forma constante. Isto é, porto franco de Red Hook foi destruído, Vanessa Fisk morreu na sequência de um confronto dramático no ginásio Fogwell’s, e Jessica Jones fez uma entrada poderosa ao lado do Demolidor para eliminar um armazém de armas ilegais. A morte de Vanessa representa um ponto de viragem crucial – um Fisk sem nada a perder é um Fisk verdadeiramente aterrorizante.
Além dos rostos conhecidos da era Netflix, esta temporada traz novas incorporações que elevam consideravelmente a qualidade dramática da série. Krysten Ritter regressa como Jessica Jones, numa parceria com o Demolidor que os fãs esperavam há anos. Matthew Lillard e Lili Taylor juntam-se ao elenco como novos personagens, enquanto Wilson Bethel volta como o perturbador Bullseye/Dex, cujos dilemas morais continuam a ser um dos pontos mais tensos da temporada. Não obstante, Michael Gandolfini também integra o elenco, continuando a tradição familiar no universo Marvel.
Classificações que falam por si
A receção crítica foi excecional desde o primeiro momento. Na estreia, a temporada arrancou com 91% no Rotten Tomatoes, com os críticos a elogiarem as “atuações endiabradas” e o “momentum narrativo mais focado”. Entretanto, a pontuação subiu ainda mais, atingindo 95% na crítica e impressionantes 96% junto do público no Rotten Tomatoes. Igualmente, no IMDb, o episódio de estreia “The Northern Star” obteve uma classificação de 8.2 com mais de 10 000 votos. A Metacritic atribuiu um Metascore de 73, considerado “geralmente favorável”, com o San Francisco Chronicle a declarar que “a Temporada 2 é ainda melhor”.
Em comparação com a primeira temporada de Born Again, que dividiu opiniões, esta segunda entrega beneficiou de uma reestruturação profunda. O showrunner Dario Scardapane, em conjunto com os realizadores Justin Benson e Aaron Moorhead, conseguiu uma série mais sombria, mais visceral e com temas surpreendentemente atuais. Ou seja, a tensão entre vigilantismo, poder político corrupto e resistência civil ressoa de forma muito particular no contexto político mundial de 2026. A IGN destacou “uma história mais focada” face à primeira temporada, enquanto a Empire salientou as “ações ferozes e temas tematicamente oportunos”.
O último episódio da temporada estreia a 5 de maio de 2026 no Disney+. Com Fisk num estado de luto e fúria total após a morte de Vanessa, Karen Page capturada, e o Demolidor encurralado, as peças estão todas posicionadas para um finale explosivo. Em suma, uma terceira temporada já foi confirmada pela Marvel Studios em setembro de 2025, o que significa que, independentemente do desfecho, o Diabo de Hell’s Kitchen voltará – e os fãs já não aguentam mais esperar.
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