Google Pixel 11: Tensor G6 promete força, mas gera dúvidas

A Google não oficializou o próximo topo de gama, Google Pixel 11, e no entanto, as fugas de informação que já começaram a dar corpo e forma ao próximo terminal. Assim sendo, o destaque vai para o Tensor G6, o processador que deverá equipar a nova geração de smartphones Pixel.

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À primeira vista, a evolução parece nítida. Segundo a lógica, novo smartphone, novo processador. Assim sendo, o novo chip deverá apostar numa arquitetura mais moderna, com núcleos ARM C1-Ultra e C1-Pro. No entanto, nem tudo são rosas.

Para quem apostava no desempenho gráfico deste terminal, as próximas informações podem desapontar a quem esperava um salto real no desempenho para jogos.

Tensor G6 pode trazer uma CPU mais ambiciosa

Segundo a informação agora conhecida, o Tensor G6 deverá abandonar a configuração de oito núcleos usada no Tensor G5. Em vez disso, a Google poderá avançar para uma estrutura de sete núcleos.

A fuga de informação aponta para um núcleo ARM C1-Ultra a 4,11 GHz, acompanhado por quatro núcleos ARM C1-Pro a 3,38 GHz e dois núcleos ARM C1-Pro a 2,65 GHz. Na prática, isto deverá trazer melhor desempenho em tarefas exigentes, sobretudo em aplicações com inteligência artificial, fotografia computacional e multitarefa.

Além disso, esta mudança mostra que a Google quer tornar o Tensor G6 mais competitivo. A linha Pixel nunca se destacou pela força bruta. Em vez disso, sempre apostou em software, fotografia e IA. Ainda assim, o novo chip pode reduzir a distância face aos rivais da Qualcomm e da MediaTek.

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GPU pode ser o ponto fraco do Pixel 11

Apesar da evolução clara do CPU, o núcleo gráfico levanta algumas dúvidas. A fuga indica que o Tensor G6 poderá usar uma PowerVR CXT-48-1536. Este detalhe merece uma atenção redobrada, porque esta arquitetura remonta a 2021. Curiosamente, o mesmo que equipa o Google Pixel 10, equipado com o Tensor G5.

Portanto, a escolha da Google pode não representar um avanço real no desempenho gráfico. Muito pelo contrário, pode indicar uma estratégia focada em custos, eficiência e espaço interno do chip.

Isto não significa que o Pixel 11 vá ser lento. No entanto, também não indica que será o smartphone ideal para gaming. A Google parece continuar a privilegiar fotografia, IA e fluidez diária, em vez de apostar tudo no gaming.

Nomes de código já surgiram online

A fuga de informação também refere os nomes de código dos futuros modelos da linha Pixel 11. O Pixel 11 surge associado ao nome “Cubs”, o Pixel 11 Pro ao nome “Grizzly” e o Pixel 11 Pro XL ao nome “Kodiak”.

Google Pixel 11
Nomes Código do Google Pixel 11

Estes nomes não confirmam especificações finais. Ainda assim, reforçam que a nova geração já se encontra numa fase avançada de desenvolvimento.

Google precisa de acertar no equilíbrio

O Google Pixel 11 promete ser a nova coqueluche, mas a Google terá de acertar no equilíbrio. Uma CPU mais forte ajuda. Um processamento de IA mais rápido também. Contudo, uma GPU pouco ambiciosa pode afastar utilizadores mais ávidos que procuram desempenho completo num topo de gama.

Agora, resta esperar pelos próximos dias. Caso a Google siga a tradição dos últimos anos, os novos topos de gama deverão chegar em agosto.

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