Efetivamente Ímpar, o novo vinho com chancela da Sogrape, o Série Ímpar Pinheiro da Cruz, apresenta-se como um rosé português, de cariz único. Isto porque é nascido dentro do Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz, no Carvalhal.
De facto, é um contexto inesperado que dá origem a uma das edições mais singulares da coleção Série Ímpar.
Série Ímpar Pinheiro da Cruz: vinho raro, nascido onde menos se espera
O novo vinho é resultado de um desafio lançado pela família Guedes, através do seu Presidente, Fernando da Cunha Guedes, à equipa de enologia. Aliás, a Série Ímpar é um projeto que convida a explorar novos territórios. Sejam eles geográficos e conceptuais e a transformar realidades improváveis em vinhos de excelência.
Por isso, o Série Ímpar Pinheiro da Cruz 2025 é um rosé profundo e estruturado, talvez até pouco convencional. Na prática, resultado de um blend de Castelão (50%), Aragonês (35%) e Syrah (15%).
Ademais, a sua cor intensa e maior volume de boca resultam de um contacto pelicular prolongado, potenciado por uma prensagem manual em prensa vertical. Além disso, parte do lote (15%) concluiu a fermentação em barrica usada de carvalho francês, acrescentando complexidade e textura.
Mais do que a sua expressão vínica, este vinho materializa um projeto coletivo. Ou seja, da vinha à garrafa, todo o processo foi desenvolvido em estreita colaboração entre as equipas da Sogrape e do Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz.
Em suma, o Série Ímpar Pinheiro da Cruz procura assim revelar um lado muitas vezes invisível de uma prisão. Ou seja, o potencial de reabilitação e de construção de futuro.
Por fim, para marcar o lançamento do vinho, o JNcQUOI junta-se à Sogrape, para a venda exclusiva do Série Ímpar Pinheiro da Cruz, pela sua forte ligação ao território, e investimento contínuo no desenvolvimento e apoio à região.
Há 1992 garrafas produzidas deste vinho

“Há vários anos que sonhava fazer um vinho em Pinheiro da Cruz. A singularidade do lugar, a sua beleza natural e o enquadramento social tornam-no verdadeiramente único. Hoje, reunidas as condições, temos um vinho que reflete essa ambição — aliando responsabilidade social, valorização do território e um resultado final de elevada qualidade”, comenta Fernando da Cunha Guedes, Presidente da Sogrape.
A este olhar estratégico junta-se a expressão concreta do terroir e da enologia: “a vinha, com 19 hectares, está plantada em solos arenosos a escassos 2 km do mar, sob forte influência atlântica, o que nos permitiu trabalhar um perfil de grande frescura e equilíbrio, simultaneamente muito gastronómico”, explica o enólogo Luís Cabral de Almeida.
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