A Xiaomi Smart Band 11 já está à venda em Portugal. A pulseira está disponível em preto, cinza e rosa. A nova geração traz um ecrã AMOLED de 1,72 polegadas que chega aos 2000 nits de brilho, um corpo com 9,99 mm de espessura e até 21 dias de autonomia.
Se tens uma Smart Band 9 ou 10, ou andas à procura de uma prenda de Natal barata, vale a pena perceberes o que muda e onde a podes comprar já. Convém também saberes que a versão com NFC, que em Espanha custa 79,99 €, ainda não tem confirmação para Portugal.
Quanto custa a Xiaomi Smart Band 11 em Portugal

Para já, a forma mais simples de comprar a pulseira cá é a Loja MEO, onde custa 59,99 € a pronto pagamento. Há três cores à escolha, preto, cinza e rosa, que correspondem às três versões que a Xiaomi lançou na Europa.
Na loja online da Xiaomi em Espanha, a Smart Band 11 custa os mesmos 59,99 € e a versão com NFC sobe para 79,99 €. É provável que outras lojas portuguesas e a própria Xiaomi a comecem a vender nas próximas semanas, por isso, se não tens pressa, compensa comparar preços, sobretudo à medida que a Black Friday se aproxima.
O que muda face à Smart Band 10
À primeira vista, as duas são quase iguais, porque o ecrã continua a ter 1,72 polegadas e a mesma resolução de 212 por 520 píxeis. A diferença está no brilho, que sobe dos 1500 nits da Smart Band 10 para os 2000 nits da nova geração, segundo a Xiaomi, e isso nota-se ao ler as notificações em pleno sol.
A pulseira também ficou mais fina. O corpo da Smart Band 11 tem 9,99 mm de espessura, contra os 10,95 mm da antecessora, e mantém os até 21 dias de bateria com uma utilização normal, um valor que desce se deixares o ecrã sempre ligado ou ativares a monitorização contínua.
No resto, a evolução é discreta. A nova pulseira usa o HyperOS 4, funciona com Android e com iPhone, tem mais de 150 modos desportivos e resistência à água de 5 ATM, o que permite usá-la a nadar. Passa ainda a usar Bluetooth 5.4 e consegue enviar a frequência cardíaca para outros equipamentos, como uma bicicleta de ginásio ou uma app de treino.
A versão com NFC e a dúvida dos pagamentos
A grande novidade para a Europa é a chegada de uma versão com NFC. Só que, por enquanto, essa versão só aparece à venda em Espanha, e a Loja MEO vende apenas o modelo sem NFC.
Mesmo que a versão com NFC chegue a Portugal, há um pormenor importante. Para pagares com a pulseira, o teu banco tem de ser compatível com o serviço de pagamentos da Xiaomi, e a marca mantém uma lista de bancos aceites para os seus wearables. Se o teu banco não estiver nessa lista, o NFC acaba por servir para pouco, por isso confirma-a antes de pagares mais 20 euros por essa versão.
Vale a pena trocar?
Se tens uma Smart Band 10, a resposta curta é não. O ecrã mais brilhante e o milímetro a menos de espessura são melhorias simpáticas, mas não mudam a forma como usas a pulseira no dia a dia.
Se ainda usas uma Smart Band 8 ou mais antiga, a conversa muda. Ganhas um ecrã maior e muito mais brilhante, melhor autonomia e um sistema mais atual, por um preço que continua abaixo dos 60 euros. E se nunca tiveste uma pulseira de atividade, esta é uma das formas mais baratas de começar a medir o sono, os passos e o treino.
A nossa análise
A Xiaomi não reinventou a pulseira, e nem precisava. A Smart Band 11 refina uma fórmula que já funcionava, com um ecrã mais legível ao sol, um corpo mais fino e o preço de sempre. O que fica a faltar em Portugal é a versão com NFC e, sobretudo, a garantia de que os pagamentos funcionam com os bancos portugueses. Até lá, a versão base é uma compra fácil de recomendar a quem ainda não tem pulseira ou tem um modelo com três ou mais anos.

