YouTube chegou finalmente ao Apple Vision Pro

O YouTube vai finalmente chegar ao Apple Vision Pro com uma aplicação dedicada para visionOS. Isto é, vai colmatar uma das ausências mais criticadas desde o lançamento do headset. A aplicação ficou disponível na App Store esta quinta‑feira e foi confirmada por um representante da Apple. Igualmente, este destacou o suporte para praticamente todo o tipo de conteúdos existentes na plataforma de vídeo da Google. 

De facto, com esta aplicação nativa, os utilizadores do Vision Pro poderão ver vídeos “normais”, Shorts, bem como formatos imersivos como 3D, 360 graus e VR180, tirando partido do ambiente espacial do visionOS. Em consequência, tal como na versão para outros dispositivos, a app inclui acesso ao histórico de visualização, subscrições, playlists e recomendações personalizadas quando o utilizador está autenticado na sua conta.

Vision Pro ganham com YouTube dedicado

Inegavelmente, em modelos mais recentes do Vision Pro equipados com processadores M5, haverá ainda suporte para reprodução em 8K, desde que o conteúdo esteja disponível nessa resolução. Ou seja, eleva a fasquia da qualidade de imagem em experiências imersivas. 

Até agora, quem queria ver YouTube no Vision Pro tinha de recorrer ao Safari, ficando limitado à versão web e sem muitas das funcionalidades avançadas. Nesse sentido, há agora uma integração perfeita com os ambientes virtuais do sistema. No início, o próprio YouTube tinha indicado que uma aplicação para visionOS estava “no roadmap”, mas aconselhava os utilizadores a continuarem a usar o browser. 

No entanto, mesmo depois de uma app que acabou removida da App Store em outubro de 2024, não houve novidades. A chegada da nova aplicação é vista como um passo importante para a adoção do Vision Pro enquanto dispositivo de entretenimento. Isto é, coloca finalmente lado a lado conteúdos 2D e experiências imersivas dentro do mesmo serviço

Assim, também evidencia uma mudança de postura da Google face ao ecossistema visionOS, depois de um arranque em que várias grandes plataformas, incluindo YouTube, Spotify e Netflix. Em suma, com o YouTube a entrar finalmente no jogo, aumenta a pressão sobre outros serviços de streaming para seguirem o mesmo caminho e explorarem o potencial do “spatial computing” que a Apple quer transformar na próxima grande categoria de dispositivos pessoais.

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