A Konica Minolta antecipa que 2026 marcará um ponto de viragem na maturidade digital das empresas e o particular impacto da IA. Em si, num contexto caracterizado pela aceleração da inteligência artificial (IA) e por uma pressão crescente sobre eficiência operacional, custos e segurança.
Com efeito, estas tendências refletem desafios concretos do tecido empresarial português, em particular das PME. Setor que enfrenta a necessidade de modernizar processos num ambiente económico mais exigente e instável.
IA, custos e segurança para as empresas em 2026
Primeiramente, sob a influência crescente da IA, o ambiente de trabalho digital continuará a evoluir a um ritmo elevado. Isto além de exigir uma maior capacidade de resposta das empresas à pressão económica, às normas regulamentares e à integração de novas ferramentas que acelerem a digitalização e a automatização.
Com efeito, da captura e processamento inteligente de documentos à cibersegurança preventiva, a IA afirma-se como o principal motor da transformação digital. Aqui com impacto direto na forma como as organizações estruturam processos, protegem a informação e reforçam a eficiência operacional.
Portanto, num cenário global marcado por instabilidade económica e social, a redução de ineficiências assume um papel central na consolidação das margens do negócio.
A propósito, a automatização suportada por inteligência artificial e a externalização de áreas não centrais ganham relevância estratégica, ao permitirem reduzir custos, aumentar a eficiência operacional, minimizar erros e acelerar o tratamento da informação.
Ademais, serviços geridos, soluções cloud e a digitalização inteligente de documentos são pilares essenciais para reforçar a produtividade e garantir uma resposta mais rápida às exigências do mercado, dos clientes e dos parceiros.
Ano decisivo para a maturidade empresarial
Apesar de décadas de investimento em digitalização, o papel continua presente em muitos processos empresariais. A ideia do escritório totalmente sem papel, presente no discurso tecnológico desde os anos 70 do século passado, permanece distante da realidade de grande parte das organizações. Em 2026, a prioridade desloca-se da eliminação do papel para a forma como a informação que circula é tratada e valorizada. O Processamento Inteligente de Documentos assume aqui um papel central, ao recorrer à IA para ler, classificar e extrair automaticamente dados de faturas, contratos ou formulários, integrando-os nos sistemas de gestão. Para as PME, este avanço traduz-se na redução do trabalho manual, na diminuição de erros e numa tomada de decisão mais rápida e informada.
Paralelamente, a sustentabilidade ganha novo peso. O enquadramento regulatório europeu e a pressão dos mercados obrigam as empresas a monitorizar dados de ESG (Environmental, Social, and Governance), com maior rigor. Muitas organizações, sobretudo as PME’s, lidam com informação dispersa e processos manuais que dificultam a elaboração de relatórios. A IA surge assim como ferramenta central para consolidar dados, permitir análises fiáveis e responder às exigências crescentes de transparência e de cumprimento das normativas de sustentabilidade ambiental.
IA e a cibersegurança
A cibersegurança também irá continuar a ser um ponto crítico. Com efeito, ao termos dados distribuídos entre escritórios, cloud e dispositivos dispersos, a proteção da informação exige abordagens mais preventivas.
Nesse sentido, em 2026, os sistemas terão de detetar comportamentos suspeitos, bloquear ameaças e manter a continuidade das operações. Tudo isto num ambiente onde os riscos são cada vez mais sofisticados e imprevisíveis.
Ademais, a entrada em vigor da Lei da IA da União Europeia acrescenta outra dimensão ao desafio tecnológico. Por isso, as empresas terão de assegurar que as soluções de IA respeitam regras claras de supervisão humana, transparência e controlo.
Além disso, a adoção desta tecnologia deixa de ser apenas uma oportunidade para se tornar uma responsabilidade estratégica.
“2026 será um ano decisivo para a maturidade digital das empresas. A evolução tecnológica avança com uma velocidade que já não permite hesitações. As organizações enfrentam maior pressão para controlar custos, reforçar a segurança e para tomar decisões mais rápidas e informadas. O foco da Konica Minolta passa, precisamente, por apoiar as empresas na transformação destas tendências em vantagens competitivas, através de soluções e serviços robustos, escaláveis e preparados para responder aos desafios atuais e futuros das suas equipas”, afirma Pedro Monteiro, Deputy Managing Director da Konica Minolta Portugal e Espanha.
Por fim, com esta análise, a Konica Minolta pretende oferecer às organizações uma leitura clara sobre as prioridades que irão marcar o local de trabalho digital em 2026. Em suma, para que as ajude a definir estratégias mais eficientes, fortalecer resiliência e manter o nível de competitividade num mercado cada vez mais exigente.
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