PS6 com retrocompatibilidade para PS4 e PS5? 99% confirmado!

Documentos internos da parceria Sony-AMD vieram a público e confirmam o que muitos suspeitavam: a PlayStation 6 terá retrocompatibilidade com PS4 e PS5, e virá acompanhada de uma versão portátil com especificações surpreendentes. 

A fuga de informação, aparentemente originária de documentação técnica partilhada entre a Sony e a AMD – oferece um retrato detalhado da próxima geração PlayStation. A consola de secretária, com o nome de código Project Orion, deverá equipar um processador com 8 núcleos Zen 6 e entre 40 a 48 unidades computacionais (CUs) baseadas na arquitetura RDNA5. Estes números representam um salto considerável face à PS5 atual, que utiliza RDNA2. E colocam a PS6 num patamar de desempenho gráfico que, de facto, poderá rivalizar com PCs gaming de gama alta.

Todavia, o dado mais relevante para milhões de jogadores não é a potência bruta, mas sim a confirmação de retrocompatibilidade total com as bibliotecas de PS4 e PS5. Esta decisão é estrategicamente crucial. A Sony aprendeu com os erros do passado, a PS3, apesar das suas qualidades técnicas, sofreu inicialmente por falta de retrocompatibilidade, e parece determinada a garantir que a transição geracional seja a mais suave possível. Consequentemente, os jogadores não terão de abandonar as suas coleções digitais ao migrar para a nova consola.

PlayStation 6 deverá chegar no final do próximo ano

Por outro lado, a revelação mais inesperada diz respeito ao Project Canis. Uma PS6 portátil que promete ser muito mais do que um mero acessório. O dispositivo contará com um APU monolítico fabricado em processo de 3 nanómetros, incorporando 4 núcleos Zen 6c e entre 12 a 20 CUs RDNA5. Além disso, incluirá suporte para ray tracing e um ecrã tátil. Posiciona-se como uma consola portátil de pleno direito e não como um simples dispositivo de streaming remoto. 

Nesse sentido, os custos de fabrico estimados são igualmente reveladores. O APU do Project Canis deverá custar aproximadamente $46.8 por unidade, em contraste com os $81.5 do chip da PS5. Esta redução significativa sugere que a Sony poderá oferecer a portátil a um preço competitivo, o que, por sua vez, ampliaria consideravelmente o público-alvo potencial. 

Entretanto, os documentos indicam que a fabricação dos chips está prevista para meados de 2027, com um lançamento provável no outono desse ano ou no início de 2028. Igualmente importante é notar que a arquitetura RDNA5 representa a evolução mais ambiciosa da AMD em termos de eficiência energética, o que terá implicações diretas no consumo e na gestão térmica de ambos os dispositivos.

Em suma, se estes dados se confirmarem, a Sony prepara-se para uma ofensiva geracional que poderá redefinir o mercado de consolas, tanto na sala de estar como no bolso.

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