Nos últimos dias a sociedade portuguesa é alertada para o risco de cibersegurança acrescido. Tudo isto devido ao ataque aos servidores dos CTT que expôs milhares de dados pessoais de cidadãos portuguesas.
Apesar dos novos alertas para serem reforçadas as medidas de segurança e de proteção de contas, o problema parece estar longe de ficar resolvido. Sobretudo porque muitas instituições continuam dependentes de práticas frágeis de gestão de acessos e de uma resposta tardia a potenciais incidentes.
O que está em causa?

Agora, uma notícia recente paira sobre uma alegada exposição de dados pessoais ligada a universidades e entidades políticas em Portugal. Segundo a informação partilhada na rede social X a alegação envolve:
- Endereços de e-mail associados a instituições académicas
- Credenciais com hash (referidas como combinações de Base64 e bcrypt)
- Um conjunto total de aproximadamente 119 registos
Aliado, assim, a registos associados a entidades como:
- BLAT Studio — agência digital com sede em Lisboa
- PSD, Partido Social Democrata,
- Instituições académicas:
- ISCAL – Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa
- IST, Instituto Superior Técnico
- FADU, Federação Académica do Desporto Universitário
- ESML, Escola Superior de Música de Lisboa
A saber, os dados mencionados incluem emails institucionais e credenciais protegidas por hash, com referências a Base64 e bcrypt. Ainda assim, até ao momento, não existe confirmação pública alargada pelas entidades envolvidas.
Como mitigar os riscos acrescidos de cibersegurança
Neste contexto, qualquer pessoa ligada às entidades mencionadas deve agir já. Em primeiro lugar, deve alterar a palavra-passe da conta institucional. Depois, ainda, deve garantir que essa password não aparece noutros serviços. A seguir, deve ativar autenticação multifator, sempre que possível.
Por fim, deve desconfiar de emails que solicitem dados pessoais, códigos de acesso ou confirmação urgente de conta. Apostar em medidas de cibersegurança é apostar no futuro e garantia que estamos seguros.
O ditado é velho, mas atual. O seguro morreu de velho!
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